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1 - Aumento de 70% a 88%
no valor das multas: infrações gravíssimas passam de R$
191,54 para R$ 325, infrações graves passam de R$ 127,69
para R$ 240, infrações médias passam de R$ 85,13 para R$
145, e infrações leves passam de R$ 53,20 para R$ 90 .
2 - Aumento da punição para quem dirige acima dos limites
estabelecidos para a via: dirigir acima de 30 km/h da
velocidade máxima permitida será considerado infração
gravíssima e o valor da multa será multiplicado por três
(chegando a R$ 975); Dirigir acima de 50 km/h da velocidade
máxima permitida será considerado infração gravíssima e o
valor da multa será multiplicado por cinco (chegando a R$
1.625).
3 - Fim do parcelamento de multas.
4 -Ampliação, para dois anos, do prazo para que os
candidatos a tirar carteira de habilitação permanente não
cometam nenhuma infração grave ou gravíssima.
5 - Motocicletas não poderão transitar entre filas de carros
(prática passa a ser considerada infração de trânsito).
6 - Proibido transportar criança menor de 10 anos de idade
na garupa de motocicleta.
7 - Motocicletas passarão a ter uma segunda placa.
8 - Será criado um banco de dados com as informações sobre
motoristas que têm habilitação, mas não têm carro para
acompanhamento das multas. A proposta é evitar a
transferência de infrações para laranjas.
9 - O controle de velocidade deixará de ser feito apenas em
pontos isolados, os conhecidos pardais. No lugar deles,
serão instaladas antenas para medir a velocidade média do
carro ao longo da via. *
* A nona proposta não consta do texto encaminhado pelo
Ministério das Cidades à Casa Civil, mas foi afirmada pelo
ministro das Cidades, Márcio Fortes, durante coletiva.
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